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CRISE NO PSL

Em crise no PSL, Bolsonaro diz que não pretende retaliar grupo de Bivar

Bolsonaro chamou os defensores do dirigente da sigla de "radicais

24/10/2019 09h38
Por: ADMINISTRADOR
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CRISE NO PSL
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TÓQUIO, JAPÃO (FOLHAPRESS) - Em meio a um embate interno no PSL, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não pretende retaliar deputados federais do grupo do presidente nacional da sigla, Luciano Bivar, e questionou de que lado eles ficarão às vésperas das eleições municipais de 2020.

 

Em sua última manhã no Japão, de onde embarcará para a China, ele chamou os defensores do dirigente da sigla de "radicais" e disse que, na opinião dele, a situação no partido "serenou" após a definição de seu filho Eduardo Bolsonaro (SP) como líder do partido na Câmara dos Deputados.

"Os defensores de Luciano Bivar, os radicais, estão dizendo que vão continuar me apoiando. Afinal de contas, querem disputar a prefeitura no ano que vem e eu pergunto: eles querem aparecer na fotografia comigo ou com Bivar?", questionou.

Desde o início do mês, Bolsonaro tem protagonizado uma disputa com o presidente nacional do PSL. A queda-de-braço já levou ao afastamento dos deputados federais Delegado Waldir (GO) e Joice Hasselmann (SP), do grupo de Bivar, de funções de líderes.

Segundo ele, Joice, que trocou ataques nas redes sociais com o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), já se acalmou. Para o presidente, não se pode ter mágoas na política. Ele observou, porém, que algumas críticas são "difíceis de engolir", em uma referência a Waldir, que chamou Bolsonaro de "vagabundo".

"Ela [Joice] mesmo já serenou bastante, está serenando. A gente não pode ter mágoas na política, mas a gente reconhece os amigos nessas horas", disse." Há alguns nomes que são difíceis de engolir sobre o que falaram a meu respeito. Eu não vi isso nem no Parlamento das piores democracias ou melhores ditaduras", afirmou.

Na volta de uma viagem de mais de dez dias pelo continente asiático, o presidente já disse que pretende conversar com alguns integrantes do grupo de Bivar, em uma tentativa de se chegar a um consenso. Para ele, a situação deve passar por um arrefecimento.

Além do Japão e da China, Bolsonaro visitará a Arábia Saudita, os Emirados Árabes e o Qatar. Ele só retornará ao Brasil em novembro. Nos demais países, o foco será melhorar a relação comercial com as nações asiáticas e aumentar o comércio de proteína animal.

 

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